Paraná Pesquisas/BN: Rui mantém liderança em intenções de voto para o Senado na Bahia; Wagner registra queda

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O ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), manteve a liderança nas intenções de voto para o Senado Federal pela Bahia para as eleições de 2026. Dados do levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, sob encomenda do Bahia Notícias, apontaram que Rui ocupa a primeira posição com 50,6% das intenções de voto na pesquisa estimulada.

 

Ele é seguido pelo senador Jaques Wagner (PT), com 36,7% e João Roma (PL) com 23,2%. Neste cenário, os entrevistados podiam citar até dois candidatos. Rui também aparece na liderança com 5,7% das citações, seguido por Jaques Wagner com 4,3%, na pesquisa espontânea.

 

O ex-ministro de Lula manteve a liderança e oscilou positivamente em um crescimento em relação à pesquisa de maio de 2026, quando registrava 48,8% na modalidade estimulada.

 

Angelo Coronel apareceu com 22,4%Marcelo Santtana: 5,3% Delliana Ribeiro: 3,9%, no cenário estimulado. Nenhum/Branco/Nulo apareceu com 14,9% e Não sabe/Não opinou: 6,1%

 

Na Pesquisa Espontânea os outros candidatos registraram:

João Roma: 3,7%

Angelo Coronel: 1,9%

Otto Alencar: 0,3%

No indice de rejeição eleitoral do Senado, quando questionados em quais candidatos não votariam de jeito nenhum, os resultados foram:

Jaques Wagner: 30,7% (rejeição subiu em relação aos 26,2% de maio).

Rui Costa: 23,5% (rejeição caiu em relação aos 25,0% de maio).

Angelo Coronel: 22,3%.

João Roma: 20,7%.

Delliana Ribeiro: 15,0%.

Marcelo Santtana: 14,5%.

Além disso, 15,2% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos e 13,0% não souberam ou não opinaram sobre a rejeição.

 

JAQUES WAGNER REGISTRA QUEDA NAS INTENÇÕES DE VOTO

Jaques Wagner registrou uma queda nas intenções de voto para o Senado entre os meses de maio e julho de 2026. De acordo com os dados comparativos da pesquisa estimulada para o cargo de Senador, em maio de 2026 ele possuía 40,6% das intenções de voto. Já Julho de 2026 seu índice caiu para 36,7%.

 

Essa redução de 3,9 pontos percentuais é considerada estatisticamente significativa, pois ultrapassa a margem de erro da pesquisa, que é de aproximadamente 2,6 pontos percentuais.

 

Além da queda na intenção de votos, Wagner também apresentou um aumento em sua rejeição eleitoral. Em maio, 26,2% dos eleitores afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum, número que subiu para 30,7% em julho, tornando-o o candidato com o maior índice de rejeição entre os nomes apresentados para o Senado

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