Taxas de municípios do Litoral Sul colocam a Bahia na liderança nacional em cobranças unitárias de preservação

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Após a aplicação de uma taxa ambiental de R$ 200, sancionada pela Prefeitura do município de Ituberá, situado no Baixo Sul Baiano, a Bahia ultrapassou São Paulo e assumiu a liderança entre os estados com maior número de municípios e valores cobrados em tarifas de turismo e conservação no país. Liderança constante entre estados mais procurados por turistas domésticos e presença constante no pódio de turismo internacional, a Bahia conta com ao menos 5 destinos que aplicam tarifas para visitantes.

 

Com taxas que variam no valor e modalidade, os destinos paradisíacos do Litoral Sul baiano ultrapassam preços cobrados em arquipélagos como Ilhabela e Fernando de Noronha em cobranças válidas para um dia. Além de Ituberá, o município de Cairu é outro destaque tributário no Baixo Sul, com tributos de R$ 70 para Morro de São Paulo, além da previsão de instituir um imposto semelhante em Boipeba, de preço unitário de R$ 50.

 

A maioria das tarifas ambientais cobradas por municípios da Bahia adota a modalidade unitária, em que o visitante paga um valor que cobre todo o seu período de visita. O padrão se difere do aplicado nos principais locais turísticos adeptos à medida. No litoral paulista, destinos famosos como Ubatuba e Ilhabela aplicam cobranças que variam de acordo com o veículo utilizado pelos visitantes. Já no arquipélago de Noronha, distrito de Pernambuco, a cobrança é diária e progressiva.

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