Hamilton diz que 2022 foi “aprendizado” e vê W13 como “fantasma que ia e voltava” – Grande Prêmio

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Lewis Hamilton já disse que não sentirá falta do W13… até porque o heptacampeão diz ter sido assombrado por ele durante a Fórmula 1 2022. Embora o #44 acredite que a atualização em Barcelona ajudou, os problemas voltaram nas corridas seguintes.
 “O primeiro grande passo foi em Barcelona, ​​foi nossa primeira dica de que havia mais potencial no carro. Acabou sendo um falso positivo; o carro estava bom lá, mas depois as corridas foram difíceis”, disse ele.
“Era como se um fantasma estivesse no carro e continuasse voltando. Mas então, na França, pareceu que demos um bom passo com nosso primeiro pódio duplo da temporada. E também, em Austin, com a atualização que tínhamos levado, funcionou bem”, seguiu.
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O novo regulamento, que trouxe de volta o efeito-solo, foi o principal motivo dos problemas da equipe prata, uma vez que o W13 se mostrou complexo e pouco competitivo, especialmente na primeira parte da temporada. A esquadra chefiada por Toto Wolff até obteve um triunfo com George Russell no GP de São Paulo, mas é pouco diante do histórico de sucesso do time. 
“Houve momentos em que trouxemos atualizações e não funcionaram, e momentos em que tentamos coisas diferentes e não funcionou. Eu tentei tantas coisas e falhei tantas vezes, mas com isso você aprende e cresce. É disso que se trata este ano. Tem a ver com fracasso, quebrar egos, fortalecer nossos relacionamentos e nossas comunicações. A partir dessa perspectiva, tem sido realmente empoderador”, encerrou Lewis.
A Mercedes terminou o Mundial de Construtores em terceiro, com 515 pontos, 39 atrás da vice Ferrari. Ambas ainda ficaram distantes da campeã Red Bull, com 759 pontos. Já Hamilton terminou o ano sem vencer ao menos uma corrida, algo inédito na carreira.

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