McLaren cita interesse em ter equipe na F1 Academy no futuro: “Incentivar mulheres” – Grande Prêmio

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Fórmula 1, Indy, Extreme E e, por que não, F1 Academy. Pois o CEO da McLaren, Zak Brown, afirmou que está de olho na nova categoria 100% feminina de monopostos que vai estrear em 2023 e não descarta alinhar os carros laranjas no grid no futuro.
A criação da categoria foi confirmada em novembro e tem por objetivo ajudar no desenvolvimento de jovens pilotas para outros níveis de competição, como W Series, Fórmula 1, Fórmula 2 e Fórmula 3. ART, Campos, Carlin, MP e Prema, nomes tradicionais nas séries de base, vão formar o grid para a primeira temporada.
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“Qualquer coisa que crie oportunidades e incentive mulheres, diversidade e juventude é algo bom para o automobilismo”, disse Brown. “Entramos para o Extreme E este ano, temos nossa primeira piloto mulher, Emma Gilmour“, continuou, referindo-se à categoria off-road inaugurada em 2021 que usa SUVs elétricos e que conta com um homem e uma mulher na formação das duplas,
“Essa é uma das principais razões pelas quais entramos na competição, apoiar a diversidade e a inclusão, igualdade de gênero, sustentabilidade. Portanto, acho ótimo ver o que o Liberty está fazendo, investindo no esporte. Sem dúvida, vamos dar as boas-vindas a uma categoria feminina, e queremos entendê-la melhor para ver quais são as oportunidades para possivelmente entrarmos nela [no futuro]”, completou Brown.
A F1 Academy terá 15 carros escritos em seu primeiro ano, e a ideia é que a classe proporcione às competidoras o nível de experiência necessário antes de subir para F3 e assim por diante, até alcançar o último e sonhado degrau na elite do automobilismo mundial. A última vez que a F1 viu uma pilota participar de um fim de semana de GP foi em 2014, com Susie Wolff no TL1 na Inglaterra.

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