Carta do general Felicio ao presidente Bolsonaro – O Tempo

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Marco Felicio é general do Exército
Caro presidente, poucas vezes cruzei com V.Exa. Uma delas, muito importante, pois plena de inflexão nos rumos do viver. Esta última se deu quando, em Juiz de Fora, onde moro, a chamado urgente, estive junto ao seu filho Carlos e ao presidente do hospital da Santa Casa.
Tratava-se de salvar a sua vida, esfaqueado por um monstro, ligado ao PT, que cobra agora o indulto de seu ídolo Lula. Momentos duros de incerteza que deixavam seu filho, presente, abalado pelo estado de apreensão. Sempre me senti à vontade para defendê-lo, como presidente, em meus diversos artigos publicados, como militar e general. 
Esta carta é movida pelo dever, como homem que serviu durante uma vida a nossa pátria, de lhe solicitar, como presidente, uma rápida ação, enquanto estiver no comando da nação, para adotar dispositivos da nossa Constituição, previstos no artigo 142. Nada de “golpe” ou “golpismo”, como a mídia aloprada, venal e lulista, indevidamente, costuma escrever. Será atender um apelo popular que pessoas de bem e as “ruas”, noite e dia, clamam, ao presidente que elegeram e que nele confiam em defesa de valores cívicos e cristãos, como Deus, pátria e família, enfrentando uma dura e criminosa oposição marxista-gramsciana.
Enfatizo que seu cargo não é somente de presidente da República, mas de chefe de Estado e de comandante em chefe das Forças Armadas (FFAA). À sua pessoa está subordinado o alto comando das FFAA. Lembro-lhe, ainda, com gratidão e alegria, que o seu governar exemplar, voltado ao bem da nação, o fez responsável pelo renascimento do sentimento de pátria, do dever cívico em todas as classes e idades, bem como o do culto a nossa bandeira e o canto do Hino Nacional.
Arrastou milhões de pessoas, em motociatas, nas estradas pelo Brasil todo e no exterior, com brasileiros de todas as idades, vestidos com nossas cores nacionais. Eventos desconhecidos antes de sua chegada ao Palácio do Planalto. 
Devolveu o brilho nos olhos de quem ama sua cidade, seu país, querendo um futuro de paz, de ordem e de progresso, com valores cristãos, liberdades e soberania preservados e respeitados. Ninguém na história do Brasil foi tão injusta e covardemente atacado por uma imprensa gramsciana velhaca e venal.
Cruelmente desumana, alinhada às ações do Poder Judiciário para fim de usurpar a democracia. Ministros “intocáveis” se escudaram no termo “antidemocrático”, exatamente como ensinou a eles o teórico comunista Lênin. “Sempre acuse seus adversários do que é verdadeiro sobre você mesmo…”.
“Democraticamente”, no exercício da Presidência, respeitou, até demais e de verdade, a “liberdade de expressão” que ficou preservada até então.
A ressaltar que a nação, após uma eleição, contaminada por falhas gritantes, arbitrariedade perversas, tornou-se fulminada por fraudes, sem qualquer possível explicação com a sonegação, por parte do TSE, dos códigos-fonte que programaram os resultados das eleições. Estivessem certos, incontestáveis, corretos, legais, sem artifício ou ardil maliciosos, a Suprema Corte já os teria disponibilizado sem pestanejar, encerrando, de vez, as dúvidas que agora se transformam em “certeza” de não poder ser apresentados, porque fajutos e ilegais. Que outra explicação podemos ter? A falta de resposta, o silêncio os condena!
Apenas com fraudes se poderia levar um criminoso, condenado em todas as instâncias (sem exceção ou infringência), ao cargo mais alto da Presidência da República. Um golpe de cunho gramsciniano, tramado no Foro de São Paulo, amparado dentro do STF por seus ministros e colocado em prática por uma decisão monocrática, inusitada, absurda do ministro Fachin, um comunista trotskista. “Descondenou” e libertou o maior chefe de quadrilha que o Brasil já conheceu, para ser eleito presidente!
Isso, além de fraudar o ordenamento legal, fere os pilares democráticos do Brasil. Temos que ter a resposta, apropriada e constitucional, pelas vias disponíveis, o artigo 142. 
Como um Poder não cumpre com seus deveres e ameace o Estado democrático de direito, como está consumado, será necessário destituir do cargo os facciosos fraudadores, anular os resultados construídos com falcatruas, abrir todas as informações que estão ocultando, esbaldando-se de “intocáveis”, quando na República ninguém é intocável, nem o presidente, nem os ministros do STF. Todos estão submetidos à lei, à Constituição, à fidelidade à pátria Brasil e sujeitos à cassação de seus cargos se dele fazem uso pessoal e impróprio.
Milhões de pessoas cobram-lhe que adote o que a Constituição indica, não apenas como seu direito, mas como um irrenunciável dever.
Presidente, comandante em chefe das FFAA, o dever de salvar a pátria está em suas mãos, como esteve nas mãos de Júlio Cesar frente ao Rubicão.
Milhões de pais de família, de patriotas, de trabalhadores, de amantes desta nação estão ao seu lado esperançosos, sedentos de democracia cobrando-lhe salvar a pátria, porque “um filho teu não foge à luta”
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