Exigências migratórias e custos elevados redefinem acesso à Copa do Mundo de 2026

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Entre o gigantismo da FIFA e o endurecimento das políticas de imigração, a Copa do Mundo de 2026 vem se desenhando como um evento para poucos. Tem se instaurado um cenário onde o ingresso, apesar de caro, é o de menos; e o carimbo no passaporte parece ser tudo.

 

No papel, o Mundial representa uma expansão sem precedentes. Pela primeira vez, 48 seleções cruzarão as fronteiras de um continente inteiro. É a “Copa da Unidade”, como diz a FIFA. Mas, nos corredores do Departamento de Segurança Interna (DHS) em Washington e nos consulados espalhados pelo Sul Global, a música que toca é outra: uma marcha de restrições que ameaça transformar o espetáculo em um evento de acesso restrito.

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