O recado claríssimo dos bancos para o futuro governo Lula na economia – VEJA
Em evento que acontece nesta sexta-feira, 25, em São Paulo, o mercado financeiro deixou claro o que espera do futuro governo Luiz Inácio Lula da Silva na economia.
Ainda reticente em apresentar o titular do Ministério da Fazenda — e pressionado inclusive por aliados a acelerar a definição –, o presidente eleito, que se recupera de uma cirurgia na laringe, escalou Fernando Haddad para representá-lo no evento, o que foi lido como sinalização de que o ex-prefeito de São Paulo caminha para se tornar o próximo ministro da área.
O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, alertou para a necessidade de previsibilidade e de geração de riqueza, e afirmou que programas sociais apenas se sustentam a partir de um crescimento econômico robusto.
“Os bancos estão ao lado do país. Numa economia forte, todos nós ganhamos. Governos, empresários, cidadãos. Crescer não é nenhuma fantasia econômica. Não é bandeira política. Não é algo que devemos fazer para agradar economistas e muito menos investidores. Aqui há uma necessidade imperiosa de gerar riqueza, empregos e bem-estar social. (…). O setor bancário está convicto de que o Brasil deve e pode crescer a taxas mais promissoras. Agora, sabemos que o crescimento não é apenas a vontade política dos governantes”, disse.
E lembrou a obrigatoriedade de conciliar o necessário investimento em programas sociais com a preocupação em relação à questão fiscal. “Precisamos arrumar a casa, retomar uma trajetória de crescimento. Construir um caminho para, com transparência e previsibilidade, conciliarmos as pressões fiscais e a agenda social. O crescimento e a geração de emprego e renda são a política social mais eficiente que pode existir. Somos a favor das políticas de distribuição de renda e entendemos que, crescendo, poderemos distribuir o que nós temos. Portanto, não há política social que se sustente sem o país crescer em níveis elevados. Os bancos têm uma mensagem de otimismo, porque confiamos na capacidade de empreendedorismo do Brasil e na capacidade do setor privado em alavancar o país”, afirmou.
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