O voto de confiança da alta sociedade em Lula – VEJA

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Um grupo seleto se reuniu na noite desta segunda-feira, 17, para discutir a importância de tomar partido no segundo turno das eleições presidenciais deste ano. O encontro foi realizado no Alto de Pinheiros, região nobre de São Paulo, a convite da advogada Maria Stella Gregori, dos editores Marisa Moreira Salles e Tomas Alvim, da socióloga Maria Alice Setúbal, herdeira do Itaú, e da ambientalista Teresa Bracher, anfitriã da cerimônia. Durante o evento, discursaram o ex-presidente do Banco Central, Arminio Fraga, a ex-ministra Marina Silva e a senadora Simone Tebet (MDB), que defenderam o voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) frente a Jair Bolsonaro (PL) no pleito do próximo dia 30.
A plateia foi composta por diversos empresários de renome: de Candido Bracher, ex-presidente do Itaú Unibanco, passando pelo cofundador da Natura, Pedro Passos, o economista Eduardo Giannetti, o presidente do Insper, Marcos Lisboa, dentre outros. Ao todo, 650 pessoas participaram do encontro. “Foi o evento certo, com as pessoas certas, na hora certa”, diz a socióloga Maria Alice Setúbal, mais conhecida como Neca Setúbal. “A gente teve essa ideia pensando que muita gente que votou na Simone Tebet ainda tinha muitas resistências para declarar o voto no PT. A gente convidou três pessoas que não são petistas para exporem os motivos de elas estarem declarando voto no Lula.”
Os discursos, sobretudo de Marina e Simone, causaram grande impacto entre os participantes. O ex-presidente do Banco Central, por sua vez, fez duras críticas à condução econômica durante o governo Bolsonaro, enfatizando, inclusive, que a lei do “teto de gastos” já foi descumprida no atual mandato. Fraga também disse que os integrantes do mercado financeiro deveriam assumir um compromisso de “longo prazo” com o país. Os discursos também pontuaram a defesa da democracia, citando que somente em um regime democrático seria possível um torneiro mecânico e um capitão do Exército disputarem as eleições.
O objetivo do evento era provocar figuras da alta sociedade a divulgarem suas decisões de voto – além de demover quaisquer dúvidas em relação à candidatura de Lula. “São pessoas que têm influência, que têm seus públicos, que são reconhecidas. Sempre quando você faz uma declaração mais pública, isso pode influenciar pessoas diversas. Então, essa foi a nossa ideia”, diz Neca. “As três falas foram muito contundentes de que é com a defesa da democracia que a gente vai poder reconstruir o país e as pautas que foram deixadas de lado, como a educação, o meio ambiente e o combate às desigualdades raciais e de gênero.”
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