Reforma administrativa em Alagoa deve ter a “cara” do governo Lula – Edivaldo Júnior

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O governador Paulo Dantas vai se debruçar sobre o desenho do novo governo que vai começar a partir de janeiro de 2023 – em Alagoas e no Brasil – a partir de seu retorno de viajem internacional, na próxima semana.
O que já está definido é que será feita uma reforma administrativa. Algumas das 20 secretarias pode mudar nomes e funções, mas a recomendação inicial, em função do controle de gastos, é não aumentar muito o tamanho do Estado.
Entre as pastas que podem ser criadas (ou renomeadas a partir de estruturas atuais) estão Turismo, Pessoa com Deficiência e Região Metropolitana.
As decisões serão tomadas a partir de um provável alinhamento do governo estadual com o governo federal.
A ideia inicial do “núcleo duro” do governo – incluindo o próprio governador – é montar em Alagoas um modelo de gestão que tenha similaridade, tanto quanto possível, com o governo federal.
Isso vale para Pastas como Agricultura, Turismo, Infraestrutura, Cultura etc. O objetivo é facilitar o diálogo entre Estado e União. Exemplos? Secretaria de Esportes/ Ministério dos Esportes. Secretaria de Cultura / Ministério da Cultura.
Mas o alinhamento pode – e deve ir além. A ideia inicial é fazer a ocupação de pastas por indicação política, quando for o caso, seguindo a mesma lógica. Um deputado federal que tenha maior influência em determinado ministério terá maiores chances de indicar a Pasta correlata em Alagoas.
“É uma ideia que será apresentada ao governador e que deverá ser implementada. Por experiências anteriores, como iremos trabalhar com um governo parceiro em Brasília, o alinhamento ou verticalização administrativo e político pode ser mais eficiente”, aponto um influente interlocutor palaciano.

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