Saúde apresenta plano de vacinação contra a Covid-19 para 2023 – VEJA

Nesta quinta-feira 26, o Ministério da Saúde apresentou o plano de vacinação contra a Covid-19 para o ano de 2023. Na primeira etapa, que iniciará em 27 de fevereiro, as pessoas imunizadas com pelo menos duas doses receberão o reforço com a vacina bivalente da Pfizer.
Esta versão do imunizante é uma atualização em relação às primeiras vacinas fabricadas contra a doença e protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron. No Brasil, elas foram autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 22 de novembro de 2022.
Confira abaixo a ordem dos grupos de vacinação:
Nesta etapa, a meta é vacinar 90% do público alvo.
Vacinação Infantil
Para pessoas com 12 anos ou mais, que tomaram as três doses da vacina, o plano da pasta prevê uma dose de reforço monovalente. Nos demais casos, haverá campanha para incentivar o ciclo completo de vacinação.
“Encontramos um estoque insuficiente da vacina bivalente mas, logo nas primeiras semanas, conseguimos garantir as 49 milhões de doses necessárias para vacinar os grupos prioritários, que são pessoas com maior risco de morte”, afirmou Éder Gatti, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis.
Sobre a vacinação infantil, a Saúde diz que encontrou um estoque zerado das vacinas Pfizer Baby (para bebês de 6 meses a 4 anos), Pfizer pediátrica (para crianças de 5 a 11 anos) e CoronaVac (para crianças de 3 a 4 anos).
Em fevereiro, a pasta promete regularizar e distribuir o estoque das vacinas contra a Covid-19 para crianças. Há previsão para a entrega de 8,5 milhões de doses da Pfizer Baby, 9,2 milhões de doses da Pfizer pediátrica e 2,6 milhões de doses da CoronaVac (todo o estoque disponível do Instituto Butantan).
“Obviamente precisamos de mais doses para vacinar nossas crianças. Estamos em intensas tratativas com a Pfizer e o Butantan”, disse Gatti.
Gestão Passada
O Ministério da Saúde informou que encontrou um cenário “muito preocupante” de baixa cobertura vacinal e risco de desabastecimento de imunizantes devido à gestão de “comportamento negacionista” de Jair Bolsonaro (PL), Segundo a pasta, a gestão anterior também deixou um estoque de 370 mil doses da AstraZeneca vencer. “Há risco de epidemias, de reintrodução da pólio e da livre circulação do sarampo”, expôs Gatti.
Ainda em fevereiro, a Saúde realizará uma campanha de informação nos meios de comunicação para falar da importância da vacinação contra a Covid-19 e das doses de reforço.
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