Sem contragolpe? Petistas e aliados de Jerônimo não visualizam “retaliação” e desfalque em grupo oposicionista; entenda

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Toda ação gera uma reação. Com a movimentação política recente de migração do senador Angelo Coronel (PSD) em aderir o bloco de oposição na Bahia, não seria diferente. Ou não. De acordo com deputados federais ligados ao governo e lideranças da gestão, o ato de Coronel já seria um “contra-golpe” promovido pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União).

 

Além disso, segundo interlocutores oposicionistas, não existirá um novo “contragolpe no horizonte”. Na avaliação, o governo tem conseguido apaziguar alguns grupos internos, incluindo o Avante, liderado pelo ex-deputado federal Ronaldo Carletto, além de nomes que ainda estão ligados ao PP. “Outro movimento foi trazer o PDT. A rigor, levar Coronel já foi um contra-ataque de ACM Neto”, avaliou uma das fontes procuradas.

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