Vereador Léo Burguês é indiciado por peculato, corrupção e lavagem de dinheiro – O Tempo

Assine O TEMPO e acesse a todo o conteúdo sem limite de leitura
OFERTA ESPECIAL: R$1,90 NO PRIMEIRO MÊS
OFERTA ESPECIAL:
R$1,90 NO PRIMEIRO MÊS
Oferta especial
R$1,90 no primeiro mês
O TEMPO Newsletter. Inscreva-se agora, é de graça!
Oferta especial
R$1,90 no primeiro mês
Assine O TEMPO e acesse a todo o conteúdo sem limite de leitura
OFERTA ESPECIAL: R$1,90 NO PRIMEIRO MÊS
OFERTA ESPECIAL:
R$1,90 NO PRIMEIRO MÊS
O vereador por Belo Horizonte Léo Burguês (União Brasil) foi indiciado por suspeita de crimes de peculato, corrupção passiva e corrupção ativa, advocacia administrativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa, conforme a Polícia Civil. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (27). Em nota à reportagem, o parlamentar diz que recebeu a notícia com “grande indignação e perplexidade”. Há suspeita de prática de “rachadinha”, quando parte dos salários de funcionários do gabinete são “devolvidos” ao parlamentar.
A investigação policial foi iniciada em outubro de 2019, conforme a instituição, e outras seis pessoas além do vereador foram denunciadas. O inquérito, agora, foi encaminhado à Justiça. Ainda não há processos que envolvam a cassação do mandato do parlamentar na Câmara de BH. Houve, em 2020, mandado de busca e apreensão no gabinete de Burguês e contra assessores.
“É com grande indignação e perplexidade que recebemos essa notícia já que, na realidade, as investigações apuraram justamente o contrário: tal prática nunca ocorreu. Ao longo de uma devassa de quase quatro anos em meu gabinete, na minha vida pessoal e profissional e de total colaboração minha todos os depoimentos negaram devolução de dinheiro e mostram materialmente e textualmente que todos os assessores prestam serviços de acordo com suas funções no mandato. Destaco ainda que todas minhas contas foram aprovadas pela justiça e meu patrimônio é público e compatível com meus ganhos. A única irregularidade existente é o vazamento de informações de um procedimento ainda embrionário que corre em segredo de justiça para a imprensa, o que inevitavelmente atinge minha honra, minha vida pessoal e meu mandato. Lamentável”, declara o vereador.
O vereador Léo Burguês já tinha sofrido denúncias anteriores. Em 2013, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) chegou a pedir a cassação do mandato e inelegibilidade por oito anos por uma acusação de abuso de poder político e econômico, que foi arquivada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) naquele ano. À época, o órgão acusava o parlamentar, que presidia a CMBH, havia usado de sua posição para celebrar três aditivos indevidos em contratos de publicidade, que somavam mais de R$ 1 milhão em valores irregulares. A Casa respondeu que não havia problemas com as despesas, e Burguês alegou que houve “erro de cálculo” pelo MPMG. O processo não avançou.
Super Notícia
Rádio Super Notícia
O Tempo Betim
Opinião
Brasília
Política
Diversão
Coronavírus
Cidades
Tempo
Atualidades
Podcasts
Esportes
Newsletter
Interessa
Turismo
Super Motor
Pandora
Especiais
Charges
Galeria de Fotos
Mais Conteúdo
Publicidade Legal
Serviços Gráficos
Tempo TV
Clube o Tempo
Baixe nosso app
© 1996 – 2023 | Sempre Editora
















