O otimismo mudou de lado no duelo entre Lula e Bolsonaro – VEJA

No primeiro turno, Lula (PT) recebeu 57.259.504 votos, terminou na primeira colocação, mas não conseguiu liquidar a fatura, como sonhavam alguns de seus aliados. Já Jair Bolsonaro (PL) amealhou 51.072.345 votos, entrou para a história como o primeiro presidente em busca da reeleição a ficar na segunda colocação, mas não só garantiu a realização do segundo turno como deu uma senhora demonstração de força, assegurando a seu partido as maiores bancadas da Câmara e do Senado.
As entrevistas dos dois candidatos após a divulgação do resultado revelaram um misto de frustração e preocupação de um lado e de alívio e euforia do outro, numa inversão dos estados de espírito reinantes até então. Na largada do segundo turno, o otimismo mudou de lado e quem canta vitória agora são os bolsonaristas. “O presidente só perde esta eleição se cometer um grande deslize, o que acho que será difícil de acontecer. Ele está surpreendendo muito positivamente, está tranquilo”, diz um dos coordenadores da campanha à reeleição.
Um dos motivos do otimismo foram as declarações de apoio recebidas por Bolsonaro dos governadores reeleitos de Minas, Romeu Zema, e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, além do governador de São Paulo, Rodrigo Garcia. O presidente deve contar com a ajuda das máquinas estaduais nos três maiores colégios eleitorais do país. Bolsonaro também se reconciliou com políticos dos quais se distanciou, como o ex-ministro Sergio Moro e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
Até a forma como Ciro Gomes (PDT) anunciou adesão à candidatura de Lula, sem citar nominalmente o ex-presidente, foi considerada um ganho eleitoral. “O que era muito importante pra gente era o Ciro não ir para a campanha. Ele não falou nem o nome de Lula”, diz um dos coordenadores da campanha. O grupo do presidente faz a seguinte previsão: “A vantagem do presidente aumentará no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste e a desvantagem diminuirá no Nordeste. O Nordeste sozinho não segurará a eleição do Lula”.
Um dito antigo reza que política é como nuvem, que muda rapidamente ao sabor dos ventos. Pelo jeito, o mesmo vale para o salto alto nas eleições.
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